segunda-feira, 12 de abril de 2010

Como ligar dois computadores em rede

Tipos de Redes

Rede em anel


Topologia de rede em anel
A Topologia de rede em anel consiste em estações conectadas através de um circuito fechado, em série, formando um circuito fechado (anel). O anel não interliga as estações directamente, mas consiste de uma série de repetidores ligados por um meio físico, sendo cada estação ligada a estes repetidores. É uma configuração em desuso.
Redes em anel são capazes de transmitir e receber dados em configuração unidireccional; o projeto dos repetidores é mais simples e torna menos sofisticados os protocolos de comunicação que asseguram a entrega da mensagem correctamente e em sequência ao destino, pois sendo unidireccionais evita o problema do roteamento.
Nesta topologia cada estação está conectada a apenas duas outras estações, quando todas estão ativas. Uma desvantagem é que se, por acaso apenas uma das máquinas falhar, toda a rede pode ser comprometida, já que a informação só se movimenta numa direcção.
Em termos práticos, nessas redes a fiação, que geralmente é realizada com cabos coaxiais, possui conectores BNC em formato de "T", onde uma das pontas se encaixa na Placa de Rede; uma é a origem do cabo vinda da máquina anterior e a outra será o prosseguimento para a máquina seguinte.

Rede em barramento


Imagem mostrando o layout da rede em barramento
Rede em barramento é uma topologia em rede em que todos os computadores são ligados em um mesmo barramento físico de dados. Apesar de os dados não passarem por dentro de cada um dos nós, apenas uma máquina pode “escrever” no barramento num dado momento. Todas as outras “escutam” e recolhem para si os dados destinados a elas. Quando um computador estiver a transmitir um sinal, toda a rede fica ocupada e se outro computador tentar enviar outro sinal ao mesmo tempo, ocorre uma colisão e é preciso reiniciar a transmissão.
Essa topologia utiliza Cabos coaxais. Para cada barramento existe um único cabo, que vai de uma ponta a outra. O cabo é seccionado em cada local onde um micro será inserido na rede. Com o seccionamento do cabo formam-se duas pontas e cada uma delas recebe um conector BNC. No micro é colocado um "T" conectado à placa que junta as duas pontas. Embora ainda existam algumas instalações de rede que utilizam esse modelo, é uma tecnologia obsoleta.

Rede em estrela





Topologia de rede em estrela.
Na topologia em rede designada por rede em estrela, toda a informação deve passar obrigatoriamente por uma estação central inteligente, que deve conectar cada estação da rede e distribuir o tráfego para que uma estação não receba, indevidamente, dados destinados às outras. É neste aspecto que esta topologia difere da topologia barramento: uma rede local que use um hub não é considerada como estrela, pois o tráfego que entra pela porta do hub é destinado a todas as outras portas. Porém, uma rede que usa switches, apenas os dados destinados àquele nó são enviados a ele.
As redes em estrela, que são as mais comuns hoje em dia, utilizam cabos de par trançado e uma switch como ponto central da rede. O hub se encarrega de retransmitir todos os dados para todas as estações, mas com a vantagem de tornar mais fácil a localização dos problemas, já que se um dos cabos, uma das portas do hub ou uma das placas de rede estiver com problemas, apenas o PC ligado ao componente defeituoso ficará fora da rede, ao contrário do que ocorre nas redes 10Base2, onde um mal contacto em qualquer um dos conectores derruba a rede inteira.
Claro que esta topologia se aplica apenas a pequenas redes, já que os hubs costumam ter apenas 8 ou 16 portas. Em redes maiores é utilizada a topologia de árvore, onde temos vários hubs interligados entre si por switches ou routers. Em inglês é usado também o termo Star Bus, ou estrela em barramento, já que a topologia mistura características das topologias de estrela e barramento.

Redes Mesh



Imagem mostra o funcionamento da rede mesh
Rede mesh ou rede de malha, é uma alternativa de protocolo ao padrão 802.11 para diretrizes de tráfego de dados e voz além das redes a cabo ou infra-estrutura wireless.
Uma rede de infraestrutura é composta de APs Access point = Ponto de acesso) e clientes, os quais necessariamente devem utilizar aquele AP para trafegarem. Uma rede mesh é composta de vários nós/roteadores, que passam a se comportar como uma única e grande rede, possibilitando que o cliente se conecte em qualquer um destes nós. Os nós fazem a função de repetidores e cada nó está conectado a um ou mais dos outros nós. Desta maneira é possível transmitir mensagens de um nó a outro por diferentes caminhos. Já existem redes com cerca de 30.000 nós operando

Redes do tipo mesh possuem a vantagem de serem redes de baixo custo, fácil implantação e bastante tolerantes a falhas. Nessas redes, roteadores sem fio são geralmente instalados no topo de edifícios e comunicam-se entre si usando protocolos como o OLSR em modo ad hoc através de múltiplos saltos de forma a encaminhar pacotes de dados aos seus destinos. Usuários nos edifícios podem se conectar à rede mesh de forma cabeada, em geral via Ethernet, ou sem fio, através de redes 802.11. Quando estiverem 100% definidos os parâmetros para padronização do protocolo mesh pelo IEEE, este protocolo será denominado padrão 802.11s.

Redes P2P

P2P-network.svg

Disposição de uma rede usual centralizada, baseada em servidores.
Peer-to-Peer (do Inglês: par-a-par), entre pares, é uma arquitectura de sistemas distribuídos caracterizada pela descentralização das funções na rede, onde cada nodo realiza tanto funções de servidor quanto de cliente.
A demanda por serviços na Internet vem crescendo a uma escala que só pode ser limitada pelo tamanho da população mundial. Um dos objectivos dos sistemas peer-to-peer é permitir o compartilhamento de dados e recursos numa larga escala eliminando qualquer requisito por servidores gerenciados separadamente e a sua infra-estrutura associada. Sistemas peer-to-peer têm o propósito de suportar sistemas e aplicações distribuídas utilizando os recursos computacionais disponíveis em computadores pessoais e estações de trabalho em número crescente. Isso tem se mostrado bastante atractivo, já que a diferença de performance entre desktops e servidores tem diminuído, e as conexões de banda larga têm se proliferado.
Shirky definiu as aplicações P2P como "aplicações que exploram recursos disponíveis nas bordas da Internet - armazenamento, ciclos, conteúdo, presença humana".
Geralmente, uma rede Peer-to-Peer é constituída por computadores ou outros tipos de unidades de processamento que não possuem um papel fixo de cliente ou servidor, pelo contrário, costumam ser considerados de igual nível e assumem o papel de cliente ou de servidor dependendo da transacção sendo iniciada ou recebida de um outro par da mesma rede.
Os nós da rede Peer-to-Peer podem diferir em termos de configuração local, capacidade de processamento, capacidade de armazenamento, largura de banda, entre outras características particulares. O primeiro uso da expressão Peer-to-Peer foi em 1984, com o desenvolvimento do projeto Advanced Peer-to-Peer Networking Architecture na IBM.
Redes virtuais
O termo é utilizado em diferentes tecnologias que adotam um modelo conceitual Peer-to-Peer (em Portugal, conhecido como par-a-par), tal como o protocolo NNTP (para Usenet News), SMTP (para envio de mensagens eletrônicas - e-mail), e sistemas de troca de mensagens instantâneas (ICQ, MSN). Porém, o termo tornou-se popular com o surgimento de aplicações de compartilhamento de arquivo, em outras palavras, programas que possibilitam a distribuição de arquivos em rede, permitindo o acesso de qualquer usuário dessa rede a este recurso. Outros tipos de recursos podem ser compartilhados em redes Par-a-Par, tal como capacidade de processamento de máquinas, espaço de armazenamento de arquivos, serviços de programas (software, em inglês) - analogamente aos Web services, entre outros.
Em 1999, Shawn Fannig criou o Napster, para compartilhamento de arquivos de música (principalmente  Mp3), e trouxe o conceito de Par-a-Par para a mídia, principalmente após tornar-se alvo de ataques jurídicos por parte das companhias fonográficas.


Termos e linguagem utilizados na internet

Muitas vezes nos deparamos com algumas palavras ou expressões técnicas usadas na Internet e não sabemos o significado. Podemos até deixar de fazer algo ou optar por algum procedimento errado em virtude desta falta de conhecimento. Pensando nisso, elaboramos uma relação dos termos mais utilizados na Internet.
A
Acesso - entrada num web site ou entrar na própria Internet através de uma conexão.
B
B2B - Significa business-to-business, em outras palavras, o comércio entre duas empresas através da Internet.
Baixar - O mesmo que download, ou seja, trazer para seu computador um programa, um texto ou uma imagem.
Banner - publicidade na Internet, ou seja, são os anúncios comerciais ou institucionais.
Baud - são os bits por segundo que trafegam na internet. Espécie de unidade de transferência de dados.
Bit - é a menor unidade de informação eletrônica.
BitNet - rede da Internet, porém de conteúdo educacional.
BMP - extensão de arquivos de imagem, também conhecida como bitmap.
BPS - significa bits por segundo. Velocidade de transferência de dados pela Internet.
Browser - mesmo que navegador, são os programas utilizados para acessar as páginas de Internet. Exemplos: Internet Explorer, Netscape Navigator,  Opera entre outros.
Buffer - memória usado para liberar o processador por se tratar de memória de uso rápido e imediato.
Banda Larga - tipo de conexão rápida pela Internet. 

Chat - significa conversar pela Internet através de textos.
Ciberespaço - denomina o espaço eletrônico onde as informações da Internet circulam.
Compressão - mesmo que compactar um arquivo para que ele ocupe menos espaço no computador. Programas como o winzip são utilizados para tal procedimento.
Comunidade virtual - pessoas com mesmos interesses que fazem parte de grupos na Internet.
Crack - programas usados para quebrar a segurança de outros programas.

Dial - o mesmo que discar, ou seja, fazer a conexão com a Internet através de um provedor.
DNS ( Domain Name Server ) - números que especificam os caminhos onde as páginas de internet se encontram.
Domain ( Domínio ) - nome que vem após a @ dos endereços de e-mail. Designa também o próprio endereço de um site.
Download - mesmo que baixar ou transferir dados de uma página para seu computador.

E-mail - é o famoso correi eletrônico, ou seja o endereço pelo qual você envia e recebe mensagens.
Emular - imitação de um outro sistema. Os emuladores servem para simular outros sistemas ou até mesmo consolas de Videojogos.
Encriptação - codificação de dados para o envio e recebimento em segurança. Somente quem envia e quem recebe possui o códigos da encriptação dos dados eletrônicos.
Emoticons - carinhas com símbolos usados na Internet para expressar felicidade, tristeza e outros sentimentos.

Folder - mesmo que pasta, ou seja, local onde os arquivos são armazenados.
Frame - partes de páginas de Internet onde ficam barras de rolagem.
Freeware - programas de uso livre e gratuito pela Internet.

GIF - formato ou extensão de imagens muito utilizada em desenhos.
Grupos de discussão - são os newsgroups, ou seja, fóruns de discussão onde pessoas do mesmo interesse entram para debater idéias.

Hacker - pessoas com muito conhecimentos de Informática e Internet que invadem sistemas, quebram sistemas de segurança e modificam dados em computadores de outras pessoas.
Help desk - serviço de auxílio técnico que os web sites oferecem aos usuários.
Hiperlink - ligação entre páginas de internet.
Hit - unidade que mede o número de visitações em páginas de Internet. Cada hit corresponde a uma visitação.
Home banking - sistema de bancos onde as pessoas podem fazer transacções bancárias através da Internet.
Homepage - é a primeira página de um site, ou seja a página de entrada.
Host - computador que hospeda os conteúdos de um site.
HTML ( Hyper Text Markup Language ) - linguagem para a criação e visualização das páginas de Internet.
HTTP  ( Hyper Text Transfer Protocol ) - protocolo usado para a transferência de dados na internet.

Ícone - uma figura utilizada para aceder uma página ou um conteúdo específico de um site.
ICQ - programa utilizado para conversas on line pela Internet.
Interface - conjuntos de imagens e informações de um programa ou site. É o rosto do programa.
Internauta - nome genérico para as pessoas que navegam pela Internet.
Intranet - sistema parecido com a Internet, porém restrito aos funcionário de uma empresa.
ISDN [RDSI] ( Integrated Services Digital Network ) - rede digital de transferência de dados, imagens, voz e sons pela Internet.

Java - linguagem de programação para páginas de Internet com recursos rápidos e avançados.
JPEG - extensão ou formato de imagens. Muito comum em fotos que aparecem na Internet.

Kilobyte -  Equivalente a 1.024 bytes e sua sigla é kb.

LAN - rede de computadores interligados por cabos.
Link - ligação entre páginas de Internet ou imagens e textos.
Login ou Logon - fazer acesso a Internet ou a uma página.

Midi - sistema de comunicação entre o computador e instrumentos musicais.
Modem - aparelho que conectado à linha telefônica e um computador, possibilita a navegação pela Internet.
MP3 - formato de músicas e sons que circulam pela Internet e que podemos armazenar no computador.
Multimídia - conceito usado para designar a existência de imagens, sons, textos e animações em um programa.
Mecanismo de busca - site utilizado como referência para buscar outros sites ou informações pela Internet. Exemplos : google, cade, yahoo, radaruol entre outros.

Navegação - visitar web sites da Internet e conhecer seus conteúdos.
Netiqueta - regras de comportamento na Internet.
Nickname - apelido ou codinome usado na Internet ou em sistemas.

On-line - significa estar conectado na Internet.

Pixel - ponto que forma as imagens na Internet.
Protocolo - informações e procedimentos técnicos que possibilitam a transferência de dados pela rede.
Provedor - empresa que disponibiliza o acesso aos usuários de Internet. Podem ser pagas ou gratuitas.

Reload ou Refresh - o mesmo que carregar novamente uma página de Internet.

Shareware - programas de computador que servem para demonstração. tem seus recursos limitados e costumam ter validade por um determinado período.
Site - é o endereço das páginas de internet.
SMTP - protocolo ou conjunto de informações utilizada.
Software - sãos os programas que usados em computador servem para funções específicas.
Spam - envio de e-mails em grandes quantidades.

TCP/IP - conjunto de dados que orientam a transferência de dados pela Internet.
Trojan - também conhecido como cavalo de troia, são programas que pegam informações de um computador e enviam para outro sem autorização do primeiro.

Upload - enviar arquivos para ou servidor ou para outro computador.
URL - endereço de uma página de internet.

VRML ( Virtual Reality Modeling Language ) - sistema que permite a visualização em três dimensões.
Vírus de Computador - programas que danificam informações de um computador.

WAP - sistema que permite a comunicação e transferência de dados em sistemas sem fio como celulares e palmtops.
Web - abreviação de www.
Webmaster - pessoa responsável pela manutenção de um web site.
Whois - banco de dados que possui informações sobre os endereços e dados técnicos dos web sites da Internet.
WWW ( World Wide Web ) -
rede de comunicação que permite o uso de imagens e textos na Internet.

Prós e Contras da Internet

Prós e Contras da Internet
   Prós:
  • Grande quantidade de informação – Sendo a Internet uma rede mundial de computadores disponível em todo o mundo, não existe neste momento nenhum outro suporte onde exista mais informação disponível.
  • Rapidez no acesso à informação – A consulta de informação sobre um qualquer tema, é muito mais rápida do que se for efectuada por outros meios.
  • Facilidade de pesquisa – Com a utilização da Internet, tornou-se muito mais fácil localizar qualquer tipo de informação.
  • Acesso a serviços – Com o aparecimento de novos serviços utilizando a grande rede de computadores, as pessoas passaram a dispor de forma mais fácil e descentralizada de serviços: comércio electrónico, banco electrónico, seguros electrónicos, administração electrónica, etc. Por exemplo, hoje, para efectuar uma transferência, um pagamento, uma consulta do saldo, não precisamos de nos deslocar ao banco, podemos efectuar todas essas operações através de um meio electrónico.
  • Acesso em qualquer ponto – A Internet está disponível em muitos locais e de muitas formas (ADSL, Wi-fi, GPRS, UMTS, etc.) facilitando o acesso aos serviços e à informação.
  • Facilidade de partilha de informação – Com a popularização de blogs, de fóruns de discussão e chats, a troca e partilha de informação tornou-se mais simples e disponível em todo o mundo.
  • Colaboração em projectos – No momento actual, está em crescendo um movimento mundial de criação de projectos, de livre colaboração, participação e partilha, de que são expoente máximo o desenvolvimento de programas de computador em fonte aberta (linux, moodle, mambo, wikipédia, drupal etc.
  • Democratização da informação – A informação passa a estar disponível a qualquer pessoa que tenha acesso à rede.
  • Aparecimento de novas profissões – Com a criação e desenvolvimento da Internet, surgiu a necessidade de novos profissionais: webmaster, webdesigner, programadores, etc.
  • Ganhos energéticos – A chamada Nova Economia, baseada nas NTIC (Novas Tecnologias de Informação e Comunicação) permite ganhos energéticos com efeitos positivos na redução dos gases de efeito de estufa. O comércio electrónico, por exemplo, prescinde de lojas em troca de armazéns que ocupam menos espaço e consomem menos energia.
  • Menor consumo de recursos – A digitalização da informação utilizando a Internet como suporte e meio de comunicação diminui a utilização de outros suportes mais nocivos para o ambiente: papel, tinta, cartazes, etc.
  • Apresentação de resultados on-line – Com o surgimento dos blog´s e de editores de Hipertexto, a criação e disponibilização de informação na Internet tornou-se cada vez mais simples para o comum dos cibernautas.
  • Participação cívica – Com a divulgação de fóruns, votações ONLINE, sondagens de opinião, etc, a participação cívica em movimentos internacionais tornou-se mais fácil.

   Contras:
  • Problemas de segurança – A utilização da Internet implica uma série de riscos de violação e acesso abusivo a dados confidenciais.
  • Pornografia – A utilização da Internet por crianças pode permitir o acesso a sítios que só deveriam estar acessíveis a adultos.
  • Pedofilia – Começa a ser preocupante a utilização que alguns pedófilos fazem para tentar seduzir crianças e jovens, fazendo-se muitas vezes passar por colegas com a mesma idade.
  • Dispersão de informação – Sendo a Web uma teia infindável de informações dispersas e sem a obrigatoriedade de uma organização coerente, confunde com facilidade os utilizadores menos experientes.
  • Infoexclusão – Para tirar proveito destas novas tecnologias, é necessário dominar um conjunto de técnicas e tecnologias a que muitas pessoas não têm acesso. As pessoas que não dominem estas técnicas ou não tenham acesso a estes meios de comunicação, rapidamente ficam em desvantagem competitiva em relação a todos os outros.
  • Organização da informação – Com o enorme manancial de informação e de forma dispersa, torna-se difícil a organização do nosso trabalho.
  • Desaparecimento de antigas profissões – Algumas profissões estão a desaparecer, a diminuir de importância ou a ficar obsoletas, levando ao desemprego permanente de muitos dos seus profissionais.
  • Vastidão da informação – A informação é tão vasta que se torna impossível consultar todas as páginas que existem sobre determinados temas. Esta vastidão da informação é muitas vezes contraproducente.
  • Certificação da informação – Nem toda a informação que existe nas páginas da Web é válida. Muita dela está mesmo incorrecta e induz os cibernautas em erro. É complicado para quem não domina um determinado tema, saber se as informações que consulta são ou não válidas. Há várias formas de o fazer, conhecendo bem a fonte, tendo conhecimentos básicos do tema ou consultando vários sítios.

Organização e apresentação de dados em graficos construidos através do Excel

Algumas noções de Binario e Decimal

O sistema binário ou base 2, é um sistema de numeração posicional em que todas as quantidades se representam com base em dois números, com o que se dispõe das cifras: zero e um (0 e 1).
Os computadores digitais trabalham internamente com dois níveis de tensão, pelo que o seu sistema de numeração natural é o sistema binário (aceso, apagado). Com efeito, num sistema simples como este é possível simplificar o cálculo, com o auxílio da lógica booleana. Em computação, chama-se um dígito binário (0 ou 1) de bit, que vem do inglês Binary Digit. Um agrupamento de 8 bits corresponde a um byte (Binary Term). Um agrupamento de 4 bits é chamado de nibble.
O sistema binário é base para a Álgebra booleana (de George Boole - matemático inglês), que permite fazer operações lógicas e aritméticas usando-se apenas dois dígitos ou dois estados (sim e não, falso e verdadeiro, tudo ou nada, 1 ou 0, ligado e desligado). Toda electrónica digital e computação está baseada nesse sistema binário e na lógica de Boole, que permite representar por circuitos electrónicos digitais (portas lógicas) os números, caracteres, realizar operações lógicas e aritméticas. Os programas de computadores são codificados sob forma binária e armazenados nas mídias (memórias, discos, etc) sob esse formato.
Operações com binários
Binários a decimais
Dado um número N, binário, para expressá-lo em decimal, deve-se escrever cada número que o compõe (bit), multiplicado pela base do sistema (base = 2), elevado à posição que ocupa. Uma posição à esquerda da vírgula representa uma potência positiva e à direita, uma potência negativa. A soma de cada multiplicação de cada dígito binário pelo valor das potências resulta no número real representado. Exemplo:
1011(binário)
1 × 2³ + 0 × 2² + 1 × 21 + 1 × 20 = 11
Portanto, 1011 é 11 em decimal
Decimais em binários
Soma de Binários
0+0=0
0+1=1
1+0=1
1+1=10, ou seja 0 e vai 1* (para somar ao digito imediatamente à esquerda)
Para somar dois números binários, o procedimento é o seguinte:


Exemplo 1:
*
1100
+ 111
-----
= 10011
Explicando: Os números binários são base 2, ou seja, há apenas dois algarismos: 0 (zero) ou 1 (um). Na soma de 0 com 1 o total é 1. Quando se soma 1 com 1, o resultado é 2, mas como 2 em binário é 10, o resultado é 0 (zero) e passa-se o outro 1 para a "frente", ou seja, para ser somado com o próximo elemento, conforme assinalado pelo asterisco, como no exemplo acima.
Exemplo 2:
**
1100
+ 1111
-----
= 11011
Explicando: Nesse caso acima (exemplo 2), na quarta coluna da direita para a esquerda, nos deparamos com uma soma de 1 com 1 mais a soma do 1 ( * ) que veio da soma anterior. Quando temos esse caso (1 + 1 + 1), o resultado é 1 e passa-se o outro 1 para frente
Subtracção de Binários
0-0=0
0-1=1 e vai 1* para ser subtraído no digito seguinte
1-0=1
1-1=0
Para subtrair dois números binários, o procedimento é o seguinte:
* ***
1101110
- 10111
-------
= 1010111
Explicando: Quando temos 0 menos 1, precisamos "pedir emprestado" do elemento vizinho. Esse empréstimo vem valendo 2 (dois), pelo fato de ser um número binário. Então, no caso da coluna 0 - 1 = 1, porque na verdade a operação feita foi 2 - 1 = 1. Esse processo se repete e o elemento que cedeu o "empréstimo" e valia 1 passa a valer 0. Os asteriscos marcam os elementos que "emprestaram" para seus vizinhos. Perceba, que, logicamente, quando o valor for zero, ele não pode "emprestar" para ninguém, então o "pedido" passa para o próximo elemento e esse zero recebe o valor de 1.
Multiplicação de Binários
A multiplicação entre binários é similar à realizada com números decimais. A única diferença está no momento de somar os termos resultantes da operação:
1 0 1 1
x 1 0 1 0
---------
0 0 0 0
+ 1 0 1 1
+ 0 0 0 0
+ 1 0 1 1
---------------
= 1 1 0 1 1 1 0
*
Perceba que na soma de 0 e 1 o resultado será 1, mas na soma de 1 com 1, ao invés do resultado ser 2, ele será 0 (zero) e passa-se o 1 para a próxima coluna, conforme assinalado pelo asterisco. Nota que se a soma passar de 2 dígitos, deve-se somar o número em binário correspondente ( ex. 7 = 111, 6 = 110, 5 = 101, 4 = 100, 3 =11).
1 1 1
x 1 1 1
---------
1 1 1
+ 1 1 1
+ 1 1 1
---------------
= 1 1 0 0 0 1
No caso, a terceira coluna a soma dá 4 (com mais um da anterior), que adiciona um "1" duas colunas depois (100).
Divisão de Binários
Essa operação também é similar àquela realizada entre números decimais:
110 |__10__
- 100 11—010
- 10—00
Deve-se observar somente a regra para subtracção entre binários. Nesse exemplo a divisão de 110 por 10 teve como resultado 11.
Códigos Binários
A conversão de um número decimal no seu equivalente binário é chamada codificação. Um número decimal é expresso como um código binário ou número binário. O sistema numérico binário, como apresentado, é conhecido como código binário puro. Este nome o diferencia de outros tipos de códigos binários.
Decimal Codificado em Binário
O sistema numérico decimal é fácil de se usar devido à familiaridade. O sistema numérico binário é menos conveniente de se usar pois nos é menos familiar. É difícil olhar em número binário e rapidamente reconhecer o seu equivalente decimal.
Por exemplo, o número binário 1010011 representa o número decimal 83. É difícil dizer imediatamente, por inspecção do número, qual seu valor decimal. Entretanto, em alguns minutos, usando os procedimentos descritos anteriormente, pode-se prontamente calcular seu valor decimal. A quantidade de tempo que leva para converter ou reconhecer um número binário é uma desvantagem no trabalho com este código, a despeito das numerosas vantagens de "hardware".
Os engenheiros reconheceram este problema cedo, e desenvolveram uma forma especial de código binário que era mais compatível com o sistema decimal. Como uma grande quantidade de dispositivos digitais, instrumentos e equipamentos usam entradas e saídas decimais, este código especial tornou-se muito difundido e utilizado. Esse código especial é chamado decimal codificado em binário (BCD - binary coded decimal). O código BCD combina algumas das características dos sistemas numéricos binário e decimais.
Código BCD 8421
O código BCD é um sistema de representação dos dígitos decimais desde 0 até 9 com um código binário de 4 bits. Esse código BCD usa o sistema de pesos posicionais 8421 do código binário puro. Exactamente como binário puro, pode-se converter os números BCD em seus equivalentes decimais simplesmente somando os pesos das posições de bits onde aparece 1.
Decimal Binário Puro BCD
0 0000 0000
1 0001 0001
2 0010 0010
3 0011 0011
4 0100 0100
5 0101 0101
6 0110 0110
7 0111 0111
8 1000 1000
9 1001 1001
10 1010 0001 0000
11 1011 0001 0001
12 1100 0001 0010
13 1101 0001 0011
14 1110 0001 0100
15 1111 0001 0101
Decimal, Binário Puro e BCD
Observe, entretanto, que existem apenas dez códigos válidos. Os números binários de 4 bits representando os números decimais desde 10 até 15 são inválidos no sistema BCD. Para representar um número decimal em notação BCD substitue-se cada dígito decimal pelo código de 4 bits apropriados.
Por exemplo, o inteiro decimal 834 em BCD é 1000 0011 0100. Cada dígito decimal é representado pelo seu código BCD 8421 equivalente. Um espaço é deixado entre cada grupo de 4 bits para evitar confusão do formato BCD com o código binário puro. Este método de representação também se aplica as fracções decimais.
Por exemplo, a fracção decimal 0,764 é “0.0111 0110 0100” em BCD. Novamente, cada dígito decimal é representado pelo seu código equivalente 8421, com um espaço entre cada grupo.
Uma vantagem do código BCD é que as dez combinações do código BCD são fáceis de lembrar. Conforme se começa a trabalhar com números binários regularmente, os números BCD tornam-se tão fáceis e automáticos como números decimais. Por esta razão, por simples inspecção da representação BCD de um número decimal pode-se efectuar a conversão quase tão rápido como se já estivesse na forma decimal.
Como exemplo, converter o número BCD no seu equivalente decimal. 0110 0010 1000.1001 0101 0100 = 628,954
O código BCD simplifica a interface Homem-máquina, mas é menos eficiente que o código binário puro. Usam-se mais bits para representar um dado número decimal em BCD que em notação binária pura.
Por exemplo, o número decimal 83 é escrito como 1000 0011. Em código binário puro, usam-se apenas 7 bits para representar o número 83. Em BCD, usam-se 8 bits. O código BCD é ineficiente, pois, para cada bit numa palavra de dado, há usualmente alguma circuitaria digital associada. A circuitaria extra associada com o código BCD custa mais, aumenta a complexidade do equipamento e consome mais energia. Operações aritméticas com números BCD também consomem mais tempo e são mais complexas que aquelas com números binários puros. Com quatro bits de informação binária, você pode representar um total de 24 = 16 estados diferentes ou os números decimais equivalentes desde o 0 até o 15. No sistema BCD, seis destes estados (10-15) são desperdiçados.
Quando o sistema numérico BCD é usado, alguma eficiência é perdida, mas aumenta-se o entendimento entre o equipamento digital e o operador humano.
conversão Binário para BCD
A conversão de decimal para BCD é simples e directa. Entretanto, a conversão de binário para BCD não é directa. Uma conversão intermediária deve ser realizada primeiro. Por exemplo, o número 1011.01 é convertido no seu equivalente BCD.
Primeiro o número binário é convertido para decimal. 1011.01 = (1x2^3)+(0x2^2)+(1x2^1)+(1x2^0)+(0x2^-1)+(1x2^-2) =8+0+2+1+0+0,25 = 11,25(10)
Então o resultado decimal é convertido para BCD. 11,25(10) = 0001 0001.0010 0101
Para converter de BCD para binário, as operações anteriores são invertidas. Por exemplo, o número BCD 1001 0110.0110 0010 0101 é convertido no seu equivalente binário.
1. O número BCD é convertido para decimal. 1001 0110.0110 0010 0101 = 96,625
2. O resultado decimal é convertido para binário
Inteiro Resto Posição Fracção Inteiro Posição
96 ÷ 2 = 48 0 -> LSB 0,625 x 2 = 1,25 = 0,25 1 <- MSB
48 ÷ 2 = 24 0 0,250 x 2 = 0,50 = 0,50 0
24 ÷ 2 = 12 0 0,500 x 2 = 1,00 = 0 0 <- LSB
12 ÷ 2 = 06 0
06 ÷ 2 = 03 0
03 ÷ 2 = 01 1
01 ÷ 2 = 00 1 <- MSB
9610 = 11000002 0,62510 = 0.101
96,62510 = 9610 + 0,62510= 1100000 + 0.101 = 1100000.101
Como o número decimal intermediário contém uma parte inteira e uma parte decimal, cada parte é convertida como visto anteriormente. A soma binária (inteiro mais fração) 1100000.101 é equivalente ao número BCD 1001 0110.0110 0010 0101.
Vários códigos binários são chamados códigos alfanuméricos pois eles são usados para representar caracteres assim como números.

terça-feira, 30 de março de 2010

Mass Media


Mass media

O conceito de mass media já vem de longe, poderíamos referenciar Gutenberg como o pioneiro da comunicação como hoje a conhecemos, no entanto este conceito tem vindo constantemente a evoluir.
Existem neste momento variadíssimos tipos de comunicação os quais de uma maneira sobranceira vem destacar cada vez mais a importância dos mass media e da própria facilidade de comunicação nos nossos dias.
Desde sensivelmente após a segunda guerra mundial, vieram os meios de comunicação social dar cobertura a eventos que de outra forma nunca seriam mundialmente conhecidos, tal como o tribunal de Nuremberga ou o genocídio de milhões de pessoas, terá sido a primeira vez que tal aconteceu.
Cada vez mais, desde os anos 40/50 tem vindo a comunicação social a ganhar relevo nas atitudes praticadas quer seja pelo cidadão isolado ou enquanto englobado num grupo, atitudes estas, as quais são cada vez mais escrutinadas pela opinião pública em geral com indução dos já referenciados Mass media.
Poderíamos referenciar a revolução industrial enquanto a última grande revolução, mas cada vez mais temos vindo a assistir a um crescimento exponencial da importância dos Mass media enquanto revolução social, esta mesma revolução adveio com o surgimento dos novos meios de comunicação tal como internet e telemóveis.    
Desde meados dos anos 80 que existe uma abertura sistemática à evolução dos meios tecnológicos, os quais tem vindo a ser consagrados tanto a nível pessoal bem como a nível estatal.
Os meios de comunicação e tecnológicos tem vindo a ser utilizados cada vez mais por parte de cidadãos individualmente ou por governos ou entidades particulares, a utilização cada vez maior e mais agressiva destes meios veio permitir uma constante valorização destes mesmos meios, uma vez que são facilmente vendáveis.
Com a revolução tecnológica que temos vindo a assistir, assistimos igualmente a ascensão do Quarto Poder (Mass Media), sendo neste momento o poder mais importante que existe, os meios de comunicação social cada vez mais, põe e dispõe dos estados, governos e de simples cidadãos, uma vez que tem o poder de fazer chegar informação a todo o lado.
Neste momento em Portugal, assistimos a uma tentativa de governamentalização dos meios de comunicação social, não através de censura directa, facto este que seria prontamente reprovado pela opinião pública, mas pelo controle e parceria com os grupos proprietários dos meios de comunicação social, como diz o povo quando não os consegues vencer junta-te a eles.

Redes de Computadores

É usual dividir-se as redes de computadores em três categorias, relativamente à sua área de cobertura: redes de área local (LAN), redes de área metropolitana (MAN) e redes de área alargada (WAN).  
LAN é o acrónimo de Local Area Network, é o nome que se dá a uma rede de carácter local, e cobrem uma área geográfica reduzida, tipicamente um escritório ou uma empresa, e interligam um número não muito elevado de entidades. São usualmente redes de domínio privado;
MAN significa em inglês Metropolitan Area Network. Esta rede de carácter metropolitano liga computadores e utilizadores numa área geográfica maior que a abrangida pela LAN mas menor que a área abrangida pela WAN. Uma MAN normalmente resulta da interligação de várias LAN, cobrindo uma área geográfica de média dimensão, tipicamente um campus ou uma cidade/região, podem ser redes de domínio privado ou público. Pode estar inclusivamente ligada a uma rede WAN;
WAN significa Wide Area Network, e como o nome indica é uma rede de telecomunicações que está dispersa por uma grande área geográfica. A WAN distingue-se duma LAN pelo seu porte e estrutura de telecomunicações. As WAN normalmente são de carácter público, geridas por um operador de telecomunicações.

Poderíamos ainda referenciar:


Rede Pessoal (PAN)

O conceito de rede pessoal "Personal Area Network" está não só relacionado com a sua reduzida dimensão, mas com também com o facto de utilizar comunicação sem fios. O alcance limita-se a algumas dezenas de metros. Os débitos são relativamente baixos, na casa de 1 Mbps.


Rede local virtual (VLAN)

As redes locais virtuais "Virtual Local Area Network" são definidas sobre redes locais que estão equipadas com dispositivos apropriados (dispositivos que suportam VLANs). Trata-se de definir até que zonas da LAN se propagam as emissões em "broadcast" que tem origem noutra zona. Como muitos serviços de rede local, como por exemplo os da "MicroSoft" e da "Novell" são detectados com recurso ao "broadcast", ao definir zonas às quais este tráfego não chega pode-se criar zonas distintas dentro de uma LAN que não são visiveis entre sí. Note-se que apenas se torna as zonas não visiveis entre sí, as VLAN não proporcionam qualquer segurança.


Rede "Ethernet"

As redes ethernet dominam claramente as redes locais, e têm alguma expressão nas redes metropolitanas. Ainda existem redes "Ethernet" a 10 Mbps, actualmente o taxa de transmissão mais divulgada é de 100 Mbps (Fast Ethernet) e especialmente em redes metropolitanas e redes de armazenamento utiliza-se 1 Gbps (Gigabit Ethernet).
Embora actualmente as redes ethernet ainda utilizem "broadcast", a comutação é cada vez mais generalizada, entre outras limitações a utilização de "broadcast" limita fortemente o tamanho de uma rede "ethernet", por exemplo a 100 Mbps o comprimento máximo é de 210 metros. Na realidade as o Gigabit Ethernet apenas funciona em modo de comutação. Os meios físicos de transmissão mais usados são o cobre e a fibra óptica.
MAIS INFORMAÇÃO


Rede Industrial

Estas redes utilizam técnicas próprias, neste ambiente um dos aspectos mais importante é a imunidade a interferências. São usadas em ambientes fabris, por exemplo para controle e automação. O protocolo MAP ("Manufacturing Automation Protocol") é usado neste tipo de redes para ambiente fabril e recorriam à técnica "token-passing" em barramento, actualmente esta tecnologia foi abandonada.


Rede de armazenamento (SAN)

As redes de armazenamento ("Storage Area Network") são usadas para ligações de muito curta distância (dentro de uma sala) entre servidores e dispositivos de armazenamento de massa. São redes de muito alto débito que recorrem a tecnologias distintas, como por exemplo "fiber-channel", ou mesmo barramentos SCSI.


Rede de cobre

Esta designação usa-se para as redes que utilizam fios condutores eléctricos para transmitir os dados sob a forma de sinais eléctricos. São ainda bastante comuns, mas devido a gerarem perturbações electromagnéticas e serem muito afectadas por ruídos externos, cedem cada vez mais o lugar a redes de fibra óptica.
Existem vários tipos de cabos de cobre usados para a transmissão de dados, com ou sem blindagem. Por exemplo as redes ethernet mais antigas usavam cabos coaxiais (10base2 e 10base5) posteriormente passaram a poder usar cabos tipo telefónico contendo 4 condutores (dois pares).


Rede de fibra óptica

Trata-se de redes que utilizam sinais luminosos para transmitir a informação através de fibras condutoras de luz. Comparativamente como as redes de cobre permitem uma capacidade (quantidade de dados por unidade de tempo) largamente superior, actualmente os limites são definidos pelas limitações dos dispositivos emissores e receptores.
A tecnologia mais corrente são as fibras multimodo que produzem um efeito conhecido por "dispesão modal" que limita a sua capacidade. As fibras monomodo são extremamente finas (3 a 10 micrometros, contra os cerca de 50 das fibras multimodo), devido à sua espessura são dificeis de manusear, mas permitem atingir distâncias até 70 Km com capacidades na ordem dos gigabits por segundo, em monomodo é vulgar a utilização de luz laser o que torna o manuseamento ainda mais difícil.
Além das redes que utilizam a luz através de fibras, também se podem usar ligações sem fios com luz, é o caso dos infravermelhos (alcance muito reduzido) e especialmente da luz laser.


Rede privada virtual (VPN)

As redes privadas virtuais ("Virtual Private Network") utilizam uma rede pública, por exemplo a "internet" para estabelecer uma ligação de dados entre dois pontos, estes dados têm a particularidade de serem codificados (cifrados) de tal forma que apenas os dois intervenientes os conseguem compreender.
Os dois pontos da ligação passam a funcionar como encaminhadores ("routers") para as respectivas redes. Esta técnica pode ser usada para interligar redes distantes pertencentes a uma mesma organização, com baixa qualidade, mas com grandes vantagens economicas.

quinta-feira, 4 de março de 2010